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domingo, 1 de maio de 2022
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
Motor Magneto Gravito Diametral
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| Motor Magneto Gravito Diametral - MMGD - Vetosicria |
Antes de falar sobre o motor magneto gravito diametral, ao qual chamarei a partir de agora de vetosicria, para ficar mais fácil de me referir a esta máquina, precisamos entender algumas coisas, sobre tesouras, sobre motores diametrais e sobre a máquina de F. S. Mackintosh de 1823.
Então primeiro, antes de falar da tesoura para falar de um motor diametral, vou lhe mostrar qual a relação entre um e outro:
- Toda tesoura é um motor diametral, mas nem todo motor diametral é uma tesoura.
Podemos exemplificar bem como um motor diametral se assemelha com uma tesoura, se tivéssemos conectados as hastes da tesoura um circulo, como demonstra na figura abaixo, formaria um motor diametral e tesoura ao mesmo tempo. Ou seja, uma coisa está intrinsecamente ligada a outra. Diametral vem de "dia" - dois e "metral" métrica, duas métricas.
Podemos exemplificar bem como um motor diametral se assemelha com uma tesoura, se tivéssemos conectados as hastes da tesoura um circulo, como demonstra na figura abaixo, formaria um motor diametral e tesoura ao mesmo tempo. Ou seja, uma coisa está intrinsecamente ligada a outra. Diametral vem de "dia" - dois e "metral" métrica, duas métricas.
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| Imagine fechar esta tesoura, terá os dois círculos girando conectados em sentidos opostos. |
Entendido isto, fica muito mais fácil calcular por exemplo que velocidade este motor alcançaria, pois bastaria calcular a velocidade do fio de uma tesoura, que é o ponto de contato entre as duas hastes, que corta as coisas que a tesoura corta e separa o espaço vazio do espaço do espaço da tesoura, enquanto a tesoura se fecha. Nestas duas imagens abaixo dá para entender bem o que é o fio da tesoura, é a trajetória do ponto que percorre o limite de espaço de corte da tesoura (na segunda imagem esta definida por pontos azuis).
Para calcular a velocidade do fio de uma tesoura é muito simples, basta saber que o tempo que leva para as pontas das tesouras se encostarem, enquanto fecha, será o mesmo tempo que o fio da tesoura percorrerá cada uma das hastes. Como demonstra na figura abaixo:
Na imagem acima, pode-se pensar que, como uma ponta da haste percorre um espaço maior que a trajetória da reta, logo se fecharmos apenas uma haste, a velocidade da trajetória da reta será mais lenta. No entanto, ao fecharmos as duas hastes ao mesmo tempo, a trajetória das postas das hastes da tesoura irão percorrer apenas o percurso referente a 45º, e não 90º como quando apenas uma haste é fechada, e isto faz-se a concluir que, quando duas hastes da tesoura se fecham simultaneamente, a velocidade do fio da tesoura será superior a velocidade das hastes, ou a velocidade de fechamento das hastes, a velocidade angular.
Então seria muito simples, bastaria usar a mecânica clássica para saber qual a velocidade do fio da tesoura a partir da velocidade das hastes, a principio ficaria fácil entender assim. Mas conforme verá o resultado, podemos aplicar um outro conceito ao qual dará um aspecto mais relativístico para a equação. Mas o conceito básico, por agora, é este, usarmos mecânica clássica. Então vamos lá.
Como sabemos que velocidade em linha reta é distancia sobre tempo e velocidade angular temos o símbolo de w e é em radiando, porém que, se multiplicarmos a velocidade angular pelo raio, obtemos a distancia percorrida, bastaria então aplicarmos um sistema, que substituíssemos a distancia percorrida pela ponta da haste, de w.r por um delta, este delta, seria equivalente a pi/4, já que pi/2 é a distancia relativa a 90º, então as duas hastes fechando, em uma tesoura que tivesse as hastes de tamanho 1, como na trigonometria, teria percorrido em suas pontas, pi/4.
Você pode conferir isto neste sistema de equação, onde v' é a trajetória da reta e v é a trajetória curva, usando velocidade média:
Então seria muito simples, bastaria usar a mecânica clássica para saber qual a velocidade do fio da tesoura a partir da velocidade das hastes, a principio ficaria fácil entender assim. Mas conforme verá o resultado, podemos aplicar um outro conceito ao qual dará um aspecto mais relativístico para a equação. Mas o conceito básico, por agora, é este, usarmos mecânica clássica. Então vamos lá.
Como sabemos que velocidade em linha reta é distancia sobre tempo e velocidade angular temos o símbolo de w e é em radiando, porém que, se multiplicarmos a velocidade angular pelo raio, obtemos a distancia percorrida, bastaria então aplicarmos um sistema, que substituíssemos a distancia percorrida pela ponta da haste, de w.r por um delta, este delta, seria equivalente a pi/4, já que pi/2 é a distancia relativa a 90º, então as duas hastes fechando, em uma tesoura que tivesse as hastes de tamanho 1, como na trigonometria, teria percorrido em suas pontas, pi/4.
Você pode conferir isto neste sistema de equação, onde v' é a trajetória da reta e v é a trajetória curva, usando velocidade média:
Sabemos que v, a velocidade da curva, é velocidade angular, w, e Delta S é equivalente ao raio da haste, Substituindo ficaria assim:
No entanto, precisamos transformar esta equação em algo mais relativístico, e para fazer isto nada melhor do usarmos o paradoxo de Ehrenfest que exemplifica um sistema muito similar a este.
Ehrenfest declarou, na época de Einstein, que ao passo que tivéssemos um disco e tentássemos gira-lo cada vez mais rápido, existiram na verdade duas forças atuando nele, tanto forças que fariam o disco se quebrar, quanto a própria força gravitacional do diz que aumentaria e que se o disco fosse rígido, seria um paradoxo, já que o disco não iria sequer diminuir, quanto dilatar. Parece complexo explicar isto, mas no caso da tesoura, a semelhança é a mesma, e ele desenvolveu uma equação, que se aplica perfeitamente a equação da tesoura, já que sua equação é baseada unicamente em pi. Mas deixarei o link para o paradoxo de Ehrenfest para que leia e entenda, mas resumidamente, aplicando sua teoria nesta equação, teríamos algo como isto:
Ou seja, wr é referente a velocidade angular das hastes, mas não em radiando, porque está multiplicado por r, o raio, e significa que poderíamos usar valores de velocidades em metros. Então em um caso em que tivéssemos as tesouras se fechando a 70% da velocidade da luz, bastaria substituir wr por 0.7 e c por 1, que obteríamos a velocidade do fio da tesoura. Que no caso, alcançaria, 1,261...c, acima da velocidade da luz, mesmo aplicado à relatividade.
Isto significa que tanto a tesoura, quando um motor diametral, são capazes de produzir acelerações superiores ao quanto eles consomem de energia, porque são similares. A equação do motor diametral é a mesma equação da tesoura, pois como vimos na imagem daquela tesoura modificada com um circulo em cada haste, se assemelharia igualmente com o motor diametral da primeira imagem da foto, então se aplicarmos uma força x no motor diametral, obteremos aproximadamente, 4x/pi, como resultado final.
O motor magneto gravito diametral e a F. S. Mackintosh de 1823
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| F. S. Mackintosh - 1823 |
Você pode ler mais sobre isto, neste livro de 1916, sobre moto perpétuos(já está na pagina especifica sobre o motor de Mackintosh):
http://www.gutenberg.org/files/44771/44771-h/44771-h.htm#Page_163
E esta vetosicria age justamente como a engrenagem sugerida por Mackintosh, se olhardes a engrenagem como uma segunda roda, igual a outra Mackintosh, porem que gira no sentido oposto. Então quando cada uma das rodas tentassem girar para outro sentido, a outra roda conectada estaria segurando-a. E obteria um efeito completamente diferente de um moto perpétuo, porque diferentemente de um moto perpetuo, esta maquina funcionaria como um acelerador, gerando uma velocidade no ponto de contato entre as duas rodas, maior devido a um fator simples onde que, quando somamos dois vetores, de mesmo sentido e direção, o vetor final será a soma dos dois vetores. E é isto que acontece quando se tem duas rodas encostadas sendo impulsionadas em sentidos opostos, no ponto de contato entre as duas rodas, há dois vetores em sentido e direção iguais se somando um ao outro, o que causa uma aceleração.
Por isto que é muito importante que esta máquina, este motor, seja construído, para sabermos de fato se acelera e funciona como toda esta ideia dela diz que funciona.
Tudo indica que ela tem tudo para funcionar, mas entraria em questão outro temas que dizem que ela seria impossível de funcionar, as leis da termodinâmica. No entanto, não entrarei em detalhes sobre, por agora, somente citarei que, todos os motores diametrais funcionam, menos os que tentam violar a termodinâmica como este tenta. Mas é importante que seja construído porque pode funcionar e se isto acontecer, teríamos uma nova física.
sexta-feira, 21 de junho de 2019
terça-feira, 28 de maio de 2019
Físicos da Universidade de Basileia, na Suíça, mostraram como a geometria de um único elétron se parece pela primeira vez. A descoberta foi feita através de um método recém-desenvolvido que permite aos cientistas calcular a probabilidade de um elétron estar presente em um espaço. Isso, por sua vez, leva a um melhor controle dos spins dos elétrons, que poderiam servir como a menor unidade de informação em um futuro computador quântico. Novo experimento confirma que elétrons são redondos, e isso não é uma boa notícia Spin, computação quântica e geometria do elétron O spin (ou “giro”) de um elétron representa as possíveis orientações que a partícula subatômica carregada pode exibir quando imersa em um campo magnético. O spin é um candidato promissor para ser usado como a menor unidade de informação (ou qubit) de um computador quântico. Controlar e alternar este giro ou acoplá-lo a outros spins são alguns dos desafios nos quais inúmeros grupos de pesquisa em todo o mundo estão trabalhando. A estabilidade de um único spin e o emaranhamento de vários spins dependem, entre outras coisas, da geometria dos elétrons – que antes era impossível de determinar experimentalmente. O que os cientistas do Departamento de Física e do Instituto Suíço de Nanociência da Universidade de Basileia fizeram foi desenvolver um método pelo qual eles podiam determinar a geometria de elétrons espacialmente em pontos quânticos. Um ponto quântico é uma “armadilha” que confina elétrons livres em uma área cerca de mil vezes maior que um átomo natural. Como os elétrons aprisionados se comportam de maneira semelhante aos elétrons ligados a um átomo, o ponto quântico também é chamado de “átomo artificial”. O elétron pode se mover dentro desse espaço, mas, com diferentes probabilidades correspondentes a uma função de onda, permanece em locais específicos dentro de seu confinamento. Os cientistas usaram medições espectroscópicas para determinar os níveis de energia no ponto quântico e estudar o comportamento desses níveis em campos magnéticos de força e orientação variadas. Com base em um modelo teórico, foi possível determinar a provável densidade do elétron e, assim, sua função de onda com precisão na escala subnanométrica. “Para simplificar, podemos usar esse método para mostrar como um elétron se parece pela primeira vez”, explica um dos principais autores do estudo, Daniel Loss. Otimização Os pesquisadores, que trabalham em estreita colaboração com colegas no Japão, na Eslováquia e nos Estados Unidos, agora têm a chance de entender melhor a correlação entre a geometria e o spin do elétron, que deve ser estável pelo maior tempo possível e rapidamente comutável para ser usado como qubit. “Nós podemos não apenas mapear a forma e a orientação do elétron, mas também controlar a função de onda de acordo com a configuração dos campos elétricos aplicados. Isso nos dá a oportunidade de potencializar o controle dos spins de maneira bem direcionada”, afirma outro pesquisador principal do estudo, Dominik Zumbühl. Com o auxílio do método desenvolvido, vários estudos podem ser melhor compreendidos, e o desempenho de spin em qubits pode ser otimizado no futuro. O resultado dos experimentos foi publicado em um artigo na revista científica Physical Review Letters, e a teoria relacionada foi publicada em um artigo na revista científica Physical Review B. [Phys]
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| Nano fio de cobre de 2x3 atomos em corte transversal com eletrons em forma diametral. |
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Duvida
Se fizermos uma nave espacial que emite um laser em todas as direções em pulsos de femtossegundos, retira-se a resistência do vácuo quântico, tornando-se um vacuo absoluto e fazendo com que a nave pudesse ultrapassar a velocidade da luz? Bom, pra saber isso, só fazendo novamente um motor óptico diametral que emite fotons perpendicularmente a trajetória dos fotons do motor a fim de esvaziar o vácuo quântico e ver se eles ultrapassam a velocidade da luz. Tecnologia já temos.
Referencias:
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Vetosicria - A solution for energy crisis
There is an energy crisis on the planet, many people for few sources of energy. It is common in any city, especially in the summer that electric power falls. The most common system of electric power production, such as hydroelectric, thermoelectric and nuclear power plants, is a kind of benefit but with a very high cost, both for the consumer's pocket and for the environment itself and the magnetic gravitational generators, which we could simply call it "Vetosicria", so that we do not have to repeat those big words, can solve this problem.
What is Vetosicria?
Basically it is an electric generator based on the concept of two perpetual F. S. Mackintosh motors coupled as a kind of alternator or dynamo. As presented in the artistic and illustrative image of this cubist painting by F. M. Muniz:
Based on the F. S. Mackintosh machine of 1823, the Vetosicria can be constructed of various sizes, whether it is too small to fit inside a cell phone and recharge it, or of medium size to be placed in electric cars and these are always loaded or even to feed home electronics, eliminating the new construction of other energy sources that bring more harm to the environment than benefits.
Vetosicira is based on some basic principles of physics and resembles a lot, for laymen, as an infinite size scissors being closed, therefore, produces a high acceleration, enough to feed electronics and not too fast, not overcoming the sound barrier , and can even be manufactured with brakes and speedometers for safety and proper use.
The benefits that this machine can bring from short to long term are incalculable. We can mention besides being a clean energy generator that does not pollute or destroy the environment as well as freedom to the consumer, after all, who does not want to have a car or a cell phone that automatically always at a full battery or how many times we do not get ourselves out of charge of cell phone or low on gas on our`s cars? The social changes of this operandi mode and the economy generated by the use of this technology is at any record, and not only this, a paradigm shift where in the short and long term, instead of the consumer paying for the electric energy that consumes it sells or donates to companies scientific research for example to produce some high energy study.
Imagine that the entire population could sell or donate the surplus of their electrical output to some high-energy scientific study, similar to CERN for example, where some giga electron-volt are used for their research, then, in an assumption, if maybe 4 billions of people in the world would sell or donate their home-produced electricity with a Vetosicria and the output of each would yield the equivalent of 1 mega-electron volts of energy, it is easy to imagine petta or zetta electron-volts to produce scientific studies. The world would know another reality, literally, with such a scientific breakthrough provided by this simple change in energy production.
It is the benefit we have to enjoy, the truth hidden by nature within our reach and all thanks to a simple modification of a machine created in 1823. There is no reason not to apply and develop these technology and new technologies with the advent of this, there is no reason not to produce it and it is there, in your hands.
Below follows the working video of F. S. Mackintosh's machine along with draft images of the basic Vetosicria working principle, her logic for assimilation and some more informal videos explaining the running of the machine, while the technical drawings are not revealed.
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