quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Pensamento alegre

Quero dividir aqui mais uma lógica de pensamento, da mente de Einstein, da minha mente, de matemática e observação. Algo elementar.

Pensa comigo, se amanhã alguém ganhar uma maquina do tempo não iria ela salvar os ente queridos e ir conhecendo seus antepassados? Então, digamos que uma pessoa ganhe uma amanhã e ela lembra de uma pessoa que perdeu. Ela vai lá salvar essa pessoa com uma maquina do tempo. Essa pessoa vai lá e salva outra pessoa e quando você menos perceber, está todo mundo salvo. É como fechar os olhos e abri-los de novo.

A mais de cem anos atrás, nosso cientista explicou matematicamente que viagem no tempo era possível com a teoria da relatividade. Em seguida fizeram uma experiência. Sincronizaram dois relógios, em que um deles ficou enterrado no chão e o outro, foi levado para quase o espaço, num jato para dar a volta na terra. Viram ao juntar os relógios que eles já não estavam mais sincronizados. O relógio que viajou mais rápido, no avião, andou mais devagar no tempo. Ou seja, o relógio do avião foi para o futuro. Esta era a teoria da relatividade restrita.
A relatividade geral dizia que havia uma possibilidade de voltar para o passado. Explicando em forma matemática operacional, viajando abaixo da velocidade da luz vás para o futuro na inversa proporção com a velocidade. Ao alcançar a velocidade da luz, o tempo para e ultrapassando ou tendo apenas força para ultrapassar, mesmo não ultrapassa a velocidade da luz, iniciasse então uma viagem para o passado. Como adquirir esta força era a grande questão desde de 1905.

O que ninguém sabia até então é que uma tesoura, uma daquelas coisas que não se tem data de invenção, uma ferramente que provavelmente nasceu em várias regiões que não tinham contato entre si, seria a solução para este problema.

Em 1974, Frank Tipler propunha um cilindro de luz que girasse e então criaria dentro dele um espaço de tempo fechado, onde quem entrasse no cilindro iria para o passo. Mas ainda faltava motor para isto.

Agora no final do ano 2013, fora comprovada que a forma que o fio da tesoura existe é a ferramenta da maquina do tempo, é seu motor, tanto para o futuro quanto para o passado. Conforme mostra a experiência de Martin Wimmer e John Breuer com laser e motores dia-métricos.

Mas ainda precisamos de um volante para viajar. Já que a nave precisa viajar em circulo para o futuro, é necessário cálculos precisos. E para o passado, saber a velocidade também do cilindro em relação a velocidade de aproximação que a nave faz ao atravessar.

Mas no fim, será como abrir os olhos depois de uma “noite de sonhos”.

Como eu disse, é elementar, óbvio, que alguém vai te acordar uma hora ou outra. E nada tem a ver com Deus, tem a ver com a humanidade.