quinta-feira, 28 de julho de 2016

Viagens supraluminais, a barreira do tempo e os muitos mundos




Nós conhecemos muito bem a tesoura e sua função, serve para cortar, mas a física por trás dela nos traz a ideia muita potencia com o minimo esforço, afinal ela corta. Mas se você ainda não parou para analisar a tesoura também irá notar que conforme você a fecha, o fio dela também acelera e quanto mais próximo de fechar, maior é sua aceleração. 

Então para resolver o problema de tesoura ser finita para que possamos ter uma aceleração eterna e, criar um sistema que simule uma tesoura de tamanho infinito, criaram o motor diametrico, que consiste em duas trajetórias circulares que se encontram, funcionando teoricamente similar a uma tesoura de hastes curvas, porém como dito, de tamanho infinito(se conseguir imaginar algo de forma finita mas com tamanho infinito). Esse é o motor diametrico. E os cientistas conseguiram fazer a luz ultrapassar a velocidade da luz com ele. Esse é um dos mais promissores motores para fazer viajens superluminais.


Poder alcançar uma velocidade infinita causaria um problema de causalidade, por causa da velocidade da luz. De acordo com a física atual, quanto mais rápido você viajar mais rápido o tempo passa, do ponto do destino em sentido ao viajante. Ou seja, se um astronauta começar a viajar em direção a Alfa Centauri, quanto mais rápido ele for, ele veria o tempo de Alfa Centauri correr mais rápido. Mas se ele tivesse na nave espacial uma televisão, quanto mais rápido fosse mais lenta seria o tempo da transmissão da terra na TV, a ponto da imagem da televisão congelar no momento que o astronauta atingisse a velocidade da luz. Então o que aconteceria se o viajante ultrapassasse a velocidade da luz?

Pela Lógica, Alfa Centauri passaria com o tempo cada vez mais rápido porém a transmissão de TV começaria a rebobinar a transmissão, porque você esta indo mais rápido que as ondas de transmissão que estão viajando abaixo da velocidade da luz. Mas se o astronauta, resolvesse fazer uma curva de 180° graus e voltar para a terra depois de ver a transmissão rebobinar, ele voltaria para o passado? Parece que sim, se for possível ultrapassar a velocidade da luz.

Mas há de se notar que a partir do momento que o astronauta ultrapassa a velocidade da luz, ele quebra a barreira do tempo e é como se ele saísse do universo que estava antes, pelo que bem parece, e entrasse numa realidade paralela.

Porem, existiria um outro problema a partir do momento que o viajante ultrapassar a velocidade da luz, ele estaria indo para um passado igual ao que partiu devido a hipótese de outras pessoas alterarem um passado mais distante do que o do retorno do astronauta? E existe só uma realidade paralela ou várias? uma para cada viajante? Se sim, também existe um final diferente para cada opção e isto acaba evidenciando a teoria dos muitos mundos, que diz que para cada tomada decisão é gerado um universo inteiro para tal possibilidade.







Viagens supraluminais, a barreira do tempo e os muitos mundos




Nós conhecemos muito bem a tesoura e sua função, serve para cortar, mas a física por trás dela nos traz a ideia muita potencia com o minimo esforço, afinal ela corta. Mas se você ainda não parou para analisar a tesoura também irá notar que conforme você a fecha, o fio dela também acelera e quanto mais próximo de fechar, maior é sua aceleração. 

Então para resolver o problema de tesoura ser finita para que possamos ter uma aceleração eterna e, criar um sistema que simule uma tesoura de tamanho infinito, criaram o motor diametrico, que consiste em duas trajetórias circulares que se encontram, funcionando teoricamente similar a uma tesoura de hastes curvas, porém como dito, de tamanho infinito(se conseguir imaginar algo de forma finita mas com tamanho infinito). Esse é o motor diametrico. E os cientistas conseguiram fazer a luz ultrapassar a velocidade da luz com ele. Esse é um dos mais promissores motores para fazer viajens superluminais.

Poder alcançar uma velocidade infinita causaria um problema de causalidade, por causa da velocidade da luz. De acordo com a física atual, quanto mais rápido você viajar mais rápido o tempo passa, do ponto do destino em sentido ao viajante. Ou seja, se um astronauta começar a viajar em direção a Alfa Centauri, quanto mais rápido ele for, ele veria o tempo de Alfa Centauri correr mais rápido. Mas se ele tivesse na nave espacial uma televisão, quanto mais rápido fosse mais lenta seria o tempo da transmissão da terra na TV, a ponto da imagem da televisão congelar no momento que o astronauta atingisse a velocidade da luz. Então o que aconteceria se o viajante ultrapassasse a velocidade da luz?

Pela Lógica, Alfa Centauri passaria com o tempo cada vez mais rápido porém a transmissão de TV começaria a rebobinar, porque você esta indo mais rápido que as ondas de transmissão que estão viajando abaixo da velocidade da luz. Mas se o astronauta, resolvesse fazer uma curva de 180° graus e voltar para a terra depois de ver a transmissão rebobinar, ele voltaria para o passado? Parece que sim, se for possível ultrapassar a velocidade da luz.

Mas há de se notar que a partir do momento que o astronauta ultrapassa a velocidade da luz, ele quebra a barreira do tempo e é como se ele saísse do universo que estava antes, pelo que bem parece, e entrasse numa realidade paralela.

Porem, existiria um outro problema a partir do momento que o viajante ultrapassar a velocidade da luz, ele estaria indo para um passado igual ao que partiu devido a hipótese de outras pessoas alterarem um passado mais distante do que o do retorno do astronauta? E existe só uma realidade paralela ou várias? uma para cada viajante? Se sim, também existe um final diferente para cada opção e isto acaba evidenciando a teoria dos muitos mundos, que diz que para cada tomada decisão é gerado um universo inteiro para tal possibilidade.



Enfim, é só ideia.



quinta-feira, 21 de julho de 2016

O futuro existe, afinal não teriamos como sentir a passagem do tempo se nenhum dos estados do tempo, passado, presente e futuro não existissem.
Só que olhar o tempo assim é muito abstrato, mas tente imaginar quantas variáveis existem se pudéssemos congelar o universo num momento e começar a calcular quantas opções cada objeto do univeso tem para escolher e, mesclar essas opções entre cada objeto do universo. Não é qualquer computador que consegue calcular isto.

Agora podemos imaginar duas hipóteses, uma é aquela que dada todas essas opções o universo escolhe apenas uma versão para se tornar realidade. A outra hipótese é que para cada opção é criado um universo novo.

Se analisarmos a primeira hipótese, nós temos uma sobrecarga de opções, um processamento extremo, para uma unica saída. Ou seja o universo calculou a passagem de um instante para o outro permitindo que todas as opções sejam aceitas para apenas uma unica instância de realidade? Parece um pouco de disperdício de tudo, energia, processamento, possíbilidades...

Analisando a segunda hipótese, temos na verdade um sistema auto-criativo, que faz parecer a criação de um universo completo como o nosso, com bilhões de galaxias contendo bilhoes de estrelas, um processo simples, dentro dos tantos outros zilhões de zilhões de zilhões de universos que são gerados a cada instante e numa escala cada vez maior.

 Este ultimo sim se parece com o universo com mais cara de vida, pois se parece muito com trasformação de um zigoto em blastula, se pudéssemos ver todos esses universos sendo criados de longe, isto seria muito semelhante.

Este novo universo vivo e caótico, borbulhando com seus irmãos vizinhos e primos distantes no espaço parece mais vivo para uns do que a visão de outros de uma unica realidade.

Mas qual é a verdade? Qual desses dois mundos vivemos? E se não for nenhum dos dois?