O futuro existe, afinal não teriamos como sentir a passagem do tempo se nenhum dos estados do tempo, passado, presente e futuro não existissem.
Só que olhar o tempo assim é muito abstrato, mas tente imaginar quantas variáveis existem se pudéssemos congelar o universo num momento e começar a calcular quantas opções cada objeto do univeso tem para escolher e, mesclar essas opções entre cada objeto do universo. Não é qualquer computador que consegue calcular isto.
Agora podemos imaginar duas hipóteses, uma é aquela que dada todas essas opções o universo escolhe apenas uma versão para se tornar realidade. A outra hipótese é que para cada opção é criado um universo novo.
Se analisarmos a primeira hipótese, nós temos uma sobrecarga de opções, um processamento extremo, para uma unica saída. Ou seja o universo calculou a passagem de um instante para o outro permitindo que todas as opções sejam aceitas para apenas uma unica instância de realidade? Parece um pouco de disperdício de tudo, energia, processamento, possíbilidades...
Analisando a segunda hipótese, temos na verdade um sistema auto-criativo, que faz parecer a criação de um universo completo como o nosso, com bilhões de galaxias contendo bilhoes de estrelas, um processo simples, dentro dos tantos outros zilhões de zilhões de zilhões de universos que são gerados a cada instante e numa escala cada vez maior.
Este ultimo sim se parece com o universo com mais cara de vida, pois se parece muito com trasformação de um zigoto em blastula, se pudéssemos ver todos esses universos sendo criados de longe, isto seria muito semelhante.
Este novo universo vivo e caótico, borbulhando com seus irmãos vizinhos e primos distantes no espaço parece mais vivo para uns do que a visão de outros de uma unica realidade.
Mas qual é a verdade? Qual desses dois mundos vivemos? E se não for nenhum dos dois?
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