quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

17 - Subitamente - Décimo sexto episódio






"Amor é dado de graça,é semeado no vento,na cachoeira, no eclipse.Amor foge a dicionários e a regulamentos vários." - Carlos Drummond de Andrade


       Uma sensação estranha me ocorreu naquele instante e tudo parou, menos a minha mente, ela continuava a pensar, foi então que me chegou uma voz linda aos meu pensamento como se estivesse ouvindo alguém, era uma voz feminina muito linda, suave como estar em uma floresta verde em frente a uma cachoeira dizendo:

- Eu te amo. Eu sei que você não conseguiu me salvar mas esta tudo bem meu amor.

- Que?

       Uma terceira voz gargalhando veio, numa mistura sincera e debochada ao mesmo tempo. Que continuou:


- Vamos, traga ele.


       Então toda minha visão começou a espichar como se esticássemos a realidade infinitamente me puxando para trás de onde estava com Lancea e me vi numa sala branca iluminada com um homem a minha frente. O tempo voltara ao normal então olhei ao redor e era apenas uma sala branca, tão branca e reflexiva que era impossível ver as dobras das paredes do ambiente. O homem parecia muito apessoado e sorriu para mim.

       Quando pensara em perguntar quem era ele e onde estava, começou a falar, mas não era uma mera voz humana, sua voz saia de sua boca chegava aos meus ouvidos ao mesmo tempo que sentia falando dentro do meu pensamento, era uma voz ecoada e falando disse com um sorriso:

- Percebe a distopia?

       Não entendi o que ele queria dizer com distopia mas percebi que não era a academia. Se estava a dizer distopia no sentido de poder de como eu estava incapaz frente a situação, ora o local não parecia ter saída, ou se estava a dizer sobre outra coisa. Então perguntei:

- Como assim? Não entendi.


- Vai ficar tudo bem...


       Logo que ele com aquela voz estranha na minha mente e ecoando no meu ouvido dava a continuar o que diria eu desmaiei. Naquele momento eu não sentia nada além de estar vivo, mas era tudo escuridão e apenas sentia uma expressão de mim mas não um pensamento propriamente dito, era como se estivesse em coma.

       Quando retornei a consciência vi Lancea falando as ultimas coisas que falara, como uma viagem no tempo interna ao passado mas sem eu conseguir me controlar, era como um filme chegando ao meus olhos até o instante que fora levado aquele lugar, mas diferentemente de um loop as coisas continuaram.

       Pensei em falar com Lancea aquilo, enquanto o seguia e ele falava, mas achei que seria problema e não falei, mas percebi que alguma coisa tinha acontecido comigo e não sabia explicar o que era, apenas que precisara descobrir. E pensei logo que poderia ter sido possuído e teletransportado a algum lugar e questionei também de quem era aquela voz e fiquei me questionando sobre ela. Será que a encontraria? Será que ela é real? É a mulher que eu amarei?

- Você entendeu?



       Interrompeu-me Lancea. Tentando dispista-lo respondi:

- Não desculpa, pode repetir tudo?

sábado, 2 de dezembro de 2017

A borda de um portal por tesouras e buracos negros.


z² = (x/2)² + (L/2)²

Z = sqrt((x^2)/4 + (L^2)/4)

sen teta = (x/2)/( sqrt((x^2)/4 + (L^2)/4) ) = x / sqrt ( L² + x²)

tan teta = x/2 / L/2

cos teta = L/2 / sqrt((x^2)/4 + (L^2)/4) 

Considerando a relatividade, que as coisas se espicham, desconsideraria x, ou seja, x tenderia a 0

limite x => 0 x = L sqrt (sec^2(teta) - 1). Certo? Tem como calcular isso?

Z = sqrt(((+- L sqrt (sec^2(teta) - 1))^2)/4 + (L^2)/4)
aqui eu subtitui o x da segunda equação pelo limite de x

Z² = (sec² (teta) -1) . (L²/4)²

Enfim, se considerar que z é a distancia da hipotenusa com o fato das duas hastes se espicharem quando se fecham, dá para dizer que a velocidade do fio de uma tesoura é proporcional ao comprimento da Z(hipotenusa) pelo angulo teta? Só que a secante do angulo teta que tende a 0 quanto menor a largura, é 1, logo o resultado daria 0 se fossemos calcular assim. A velocidade seria infinita ou 0 quanto mais x diminuísse pela distorção do dela, se essa haste fosse como numa tesoura? Me parece que infinita mas também depende do tamanho de do objeto todo, ou seja, pelo que me parece nem todas as tesouras alcançam a mesma velocidade porque depende do tamanho delas. Uma tesoura infinita alcançaria velocidades infinitas e uma finita velocidade finita, quanto maior a tesoura, maior a velocidade do ponto imaginário. Não estou dizendo que o ponto imaginário transporta informação, estou apenas estudando e queria descobrir, porque antes pensava que tesouras de quaisquer tamanho alcançavam a mesma velocidade.


z² = L/2² + x/2²

v² = L/2² + x/2².w

v = sqrt((sec² (teta) -1) . (L²/4)²).w

v = L²/4. sqrt((sec²(teta) -1).w

v = L²/4 . sqrt((sen (teta)/cos²(teta))-1).w


Ou seja, quanto maior o comprimento da tesoura, maior será a velocidade do fio e quanto mais fina também.

pela largura onde l = x
ou

pelo comprimento
Pela equação de comprimento, considerando que a largura é 0, significa na equação que o objeto irá ter velocidade 0, mas na verdade tera passado do ponto inicial ao final instantaneamente, ou seja, uma velocidade acima de c chegando a infinita de acordo com o tamanho do comprimento. O que delimita que a tesoura se fecha?, o angulo, que tenderia a 45 graus imaginando o universo infinito e tesoura infinita.

então a velocidade do fio da tesoura, será 64 porcento a velocidade do quadrado do comprimento dividido por 4. Ou seja, uma tesoura infinita nunca se fecharia se o espaço for infinito mas se for finito alcança

Ou seja, numa tesoura de 16 metros, alcanria uma velocidade  do fio de 256% maior que a velocidade da haste, se esta a velocidade equivalente a c. E uma tesoura de 32 metros 512% o a velocidade do fio. E assim sucetivamente, numa razão. x = (16/25y)²/4

Gráfico de velocidade por tamanho da tesoura. Proporção de velocidade do fio da tesoura em relação ao comprimento da haste, também a forma que teria o fio de uma tesoura infinita, viajando infinitamente pelo espaço. 
Ao mesmo tempo, esta imagem seria a forma de, fechando uma tesoura infinita. mas e se abríssemos uma tesoura?

Bem, com dois buracos negros bem grandes e distantes um do outro, numa disposição que seu campo gravitacional estivesse em equilibrio com esta forma do grafico do fio da tesoura, ou seja, dispostos a uma distancia que disputam igualemente um objeto dentro desta elipse do grafico, andando na velocidade oposta ao qual se pretende puxar o objeto, poderia traze-lo até nós ou contornar o objeto e fazer um efeito de estilingue?

Poderia ser como um portal através da manipulação de buracos negros? Bom, só tenho a pensar que o dia que conseguirmos controla-los poderíamos até trazer um planeta para a vizinhança do nosso sistema solar como se estivessemos abrindo tesouras e fechando-as após circundar o objeto e fazendo-o ao qual queremos trazer como o próprio fio dela, bastaria saber controla-los e fazer uma simples jogada de estilingue,  pressionando a fugir entre os dois buracos negros, como um abraço a distancia numa jogada de discos de acreção como hastes de tesouras?

x= (((16)/(25)y)^(2))/(4)+ (((16)/(25)z)^(2))/(4)




Final equation os scissors wire - Equação final do fio de uma tesoura.




Velocidade máxima que o ponto imaginário do fio da tesoura pode alcançar, 3,304c até então, o fio de uma tesoura. de acordo com o tempo da fonte, num tempo de 1.10^-12, quando a velocidade inicial do fio é de 0,999c.
Pergunto, nesse intervalo de tempo, a tesoura já fechou? Se alguém souber de um mecanismo mais rápido fico grato.

https://physics.stackexchange.com/questions/106718/the-scissor-paradox-can-we-pass-the-information-faster-than-light

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis01043/20022/Rod_Santiago/lorentz.htm

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Finally the wire of the pair of scissors equation. This ends this blog.



  this for assumption that the hole universe is between two ergosferes of kerr newman under my wrong metric.

to be acceptable for physics today is this equation:




Speed of Coriolis, The wind – A predictability equation

Speed of Coriolis, The wind – A predictability equation



Felipe Maya Muniz
felipemayamuniz82@gmail.com
Independent student


We can't say that if the wind is going left or right but we can try to discover” - Felipe Maya Muniz




Abstract:
The objetive of this article is to prove mathematically how to predict events using Coriolis`s studies about winds, reaching a predictability equation that comes with a cone of probability that can be used by climate systems or any other area that has interest in a predictability equation.

Keywords: Predictability, Wind, Coriolis

1. Introduction

At first i was trying to equate the speed of a pair of scissors wire and came to realize a equation of predictability of wind that can be used in many other areas that work with movements. The first objetive is to increase precision on systems that analyse systems with movement. At final objetive is increasing precision of weather systems.

2. Development

At the start, i was trying to get the speed of a pair of scissors wire precisely then i started with classical mechanics that give me a reason four by phi the speed of the rods. But that was not enough, i wanted to know exacly how much was that speed in relativity. Then i started to study more physics, passing trought Lorentz transformations, Ehrenfest Paradox and the constant of Feigenbaum that i got the abstract equation of the wind itself by Coriolis. This equation:



Where:

λ = constant of feigenbaum
a = diameter of observed object
c = speed of light
w = angular velocity in radians of the object
r = radius of the object to be calculated
v = Linear velocity of te object
u = speed of secondary object (Ex. Fotons reflecting to the observer, a satellite)

According to Coriolis and meteorology, in the wind discipline, have the Coriolis force that serves to make predictions of rotational objects and it is a pseudo force that kinda pushes the clouds, This equation results in that speed through the relation between linear velocity and rotational, but "vulgarly" is the wind itself the abstraction of this equation.

Well this equation will work very well in meteorological satellites, since measuring mass with light, but analyzing a video, frame by frame and making the probability, in a computer with artificial intelligence, of the earth could predict by the rotation of the masses the probable area that the object to be pushed by the wind will be. And the wind itself being abstract is the relation between the rotation of the earth and the linear movement of the gaseous masses.

The answers to this equation come as an equation of predictability, a probability cone where the area of this cone gives the probability of the clouds remaining.

The Feigenbaum constant came as a number to justify the smoothness of the system as the shortest length we have is plank length, but for weather systems or at least with current technology, it may not be necessary to use it, Feigenbaum is good enough for meteorological systems.

Many other systems that use rotational motion with linear motion will increase their accuracy with this equation, by now I can only think about climate systems.

3. Conclusion

This equation can increase largelly many systems as we can see in climate systems and is now a new technology we can use to improve our lives and wealth.

References:

Lorentz Transformations:

Ehrenfest Paradox:

Constant of Feigenbaum`s:

Coriolis force:



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Speed of Coriolis - The Wind - Velocidade de Coriolos - O Vento

The Wind, Speed of Coriolis

Speed of Coriolis

Where:
λ = constant of feigenbaum
a = diameter of observed object
c = speed of light
w = angular velocity in radians of the object
r = radius of the object to be calculated
v = Linear velocity of te object
u = speed of secondary object (Ex. Fotons reflecting to the observer, a satellite)

According to Coriolis and meteorology, in the wind discipline, have the Coriolis force that serves to make predictions of rotational objects and it is a pseudo force that kinda pushes the clouds, I equated that speed through the relation between linear velocity and rotational, but "vulgarly" is the wind itself the abstraction of this equation. Show! I got something new, by studing scissors I arrived at the cone of probability of the wind.

Well this equation will work very well in meteorological satellites, since measuring mass with light, but analyzing a video, frame by frame and making the probability, in a computer with artificial intelligence, of the earth could predict by the rotation of the masses the probable area that the object to be pushed by the wind will be. And the wind itself being abstract is the relation between the rotation of the earth and the linear movement of the gaseous masses.

That is it, we equate the wind. I`m sharing with you because it is a beautiful equation.

The equation:

"Speed of Coriolis, or The wind":

(d'')/(t'')=((v+(u-v)/(1-(u.v)/(c^(2))))/(1+ (v*(u-v)/(1- (u.v)/(c^(2))))/(c^(2)))+((4wr)/(π sqrt(1-w^(2)r^(2)c^(2))))/(2π))*(((2π-λ)/(λ))*(a))

wind by a satellite = (lorentz transformations + 4 angular velocity by satellite / 2pi) * (2pi - feigenbaum / feigenbaum) * (diameter of object) = cone of probabillity.

A meteorogical satellite + AI could predict precissely many weather events with this.
It is an abstract equation but i hope you enjoy it!


terça-feira, 14 de novembro de 2017

Pivots and wire of shears

Know when you make an equation that you know is right but it is so difficult to understand that it works in the brain. So that's it. But basically it is like a pivot that has its linear velocity altered by the rotation then by the current linear velocity and its rotation, would give to predict a cone of the maximum probability that the pivot will be. For example, I can not predict the exact direction that the pivot will make the curve, I do not know if it is to the right or to the left, but I can predict the exact distance that it will be with that equation.

I can explain where I got this. At first I was wondering the speed of the wire from a pair of scissors, exactly. Then I came across lorentz who only foresees his formulas in which things move on the same axis and the scissors, the thread, deceives Lorentz. So I figured there might be some relationship between I use lorentz 2x each for each scissor shaft and get the speed of the scissor wire but I also do not know if it would give the precise result. Then came the light of adding lorentz of a rod with the rotation of the second rod to obtain the thread. But since I had to linearize the rotation, I divided the rotation by 2pi. since by classical mechanics the speed of the wire is exactly 4v / pi, v the speed of the rod and did not give the same result, I did the rest.

Then the rest, 2pi - feigenbaum and so, was to find the approximation between classical and linearization of rotation.

The funny thing is that when applying this whole equation and adding with lorentz, that is, lorentz + this equation, we have the approximate result of the classical. This equation says the addition to already linear speed in relation to the rotation, as in the pivot and the wire of shears.

λ = constant of feigenbaum
a = diameter
c = speed of light
w = angular velocity in radiating of the object to be calculated in relation to the other object of the correlation.
r = radius of the object to be calculated

If you see something wrong in this equation or something right, please share with me. Thanks.

Pião



Sabe quando vc faz uma equação que vc sabe que ta certa mas é tão dificil de entender que dá nó no cerebro. Então é essa. Mas basicamente é como um pião que tem sua velocidade linear alterada pela rotação então pela velocidade linear atual e a sua rotação, daria para prever um cone da probabilidade maxima que estará o pião. Por exemplo, eu não consigo prever o sentido exato que o pião vai fazer a curva, eu não sei se é para a direita ou para esquerda, mas consigo prever a distancia exata que ele estará com essa equação.


sábado, 11 de novembro de 2017

Tudo está bem?

Uma das evidencias de que o universo é mais do que quadridimensional além da consciência ser um determinante de que o passado altera o futuro e vice-versa já que a medida que a velocidade da pessoa aumenta, de acordo com Hendrik Lorentz, o tempo se dilata para o futuro e este com um computador quântico conseguiria prever o mesmo como numa projeção, isso faz com que exista um futuro dependendo de nós mesmos e o contrário também, porém, ao prever o futuro, se questiona, eu posso fazer a escolha oposta a que faria relativo a meu intuito, então, de acordo com isto, o que se viu era uma realidade paralela de tempos diferentes no mesmo espaço, V=d'/t't''. Ou seja, existem multiversos e n dimensionais pela própria concepção da ideia do poder da consciência sobre o futuro. Ou dois computadores quânticos entrelaçados não darão a resposta imediata se estiverem a uma distancia superior a distancia que a luz levaria, de lá para cá a chegar? A informação por si só viola a relatividade restrita, então porque ela estaria correta? Só porque ainda não temos um computador quântico tanto como sabemos que dá para fazer?

A teoria de gravitação quântica tenta explicar que vamos conseguir talvez enxergar o mundo que eles afirmam ter 8 dimensões mas como entender essas 8 dimensões? É como múltiplos universos, imagina o que seria de fato ver ou ler 8 dimensões senão uma capacidade de mapeamento entre múltiplas de oito alternativas de movimento no espaço? A partir daí, se usa inteligencia artificial para prever e/ou desenhar partículas com mais dimensões projetadas ao ponto que teríamos um quasicristal que prevê todas as possibilidades numa permuta de oito ou mais dimensões e possibilidades e ainda sim, teria descoberto o futuro?

Ou seja, sabendo que se pode prever o futuro, como enganar o futuro e como enganar o passado de nos controlar? O Livre arbítrio, o poder de escolha. Por isto, pelo fato de não sermos escravos de um sistema superior e vivemos livremente, é que tudo está bem pelo poder da escolha.

Pinóquio, Deus e a Incompletude de Gödel

Philosoraptor tropeçou em uma questão profundamente filosófica, ligando a matemática à compreensão fundamental do Universo, nossa mente – e, para alguns, mesmo Deus. Pense bem. Esta forma de gerar um paradoxo fazendo com que uma declaração faça referência a si mesma foi o truque que o matemático Kurt Gödel utilizou em 1931 para provar seus Teoremas de Incompletude, entre as mais importantes descobertas científicas e filosóficas do século passado.
Marcus Dominus cita “a explicação mais curta ao Teorema de Gödel”, de autoria de Raymond Smullyan, e como ela é realmente curta, a traduzo na íntegra:
“Temos uma espécie de máquina que imprime frases em um tipo de linguagem. Em particular, algumas das frases que esta máquina pode (ou não) imprimir podem ser:
—— P*x (que significa que a máquina imprimirá x)
—— NP*x (que significa que a máquina nunca imprimirá x)
—— PR*x (que significa que a máquina imprimirá xx, o R é abreviação de repetição)
—— NPR*x (que significa assim que a máquina nunca imprimirá xx)
Quando a máquina imprime NPR*FUU, isso significa que ela nunca imprimirá FUUFUU. Que é o mesmo que NP*FUUFUU. Até aqui, tudo bem.
Agora, consideremos a frase NPR*NPR*. Esta frase significa que a máquina nunca imprimirá NPR*NPR*.
Pois bem, ou a máquina imprime NPR*NPR*, ou ela nunca imprime NPR*NPR*.
Se a máquina imprimir NPR*NPR*, então está imprimindo uma frase falsa. Mas se a máquina nunca imprimir NPR*NPR*, então NPR*NPR* é uma frase verdadeira que a máquina nunca irá imprimr.
Isso significa que ou a máquina ocasionalmente imprime declarações falsas, ou há declarações verdadeiras que ela nunca imprime. Qualquer máquina que imprime apenas declarações verdadeiras deve falhar em imprimir algumas decalarações verdadeiras; ou, inversamente, qualquer máquina que imprima todas as declarações verdadeiras possíveis também deve imprimir algumas falsas”.
Talvez a explicação mais simples e intuitiva do teorema de Gödel seja em verdade o paradoxo de Pinóquio proposto pelo Philosoraptor (ou o ainda mais simples “Eu estou mentindo”). O conceito chave é a auto-referência, a forma como tanto Pinóquio ou a impressora hipotética podem produzir declarações sobre si mesmos que levam a contradições. Porém a versão de Smullyan, um pouco mais longa, torna mais fácil perceber como se relaciona com a prova matemática de Gödel: a máquina capaz de imprimir declarações, incluindo sobre si mesma, é a aritmética, grosso modo, a própria matemática.
1+1=2
No início do século 20, matemáticos buscavam fundamentar toda a matemática sobre uma base clara, definida, livre de contradições. A mais bela e pura das ciências. A partir desta fundação sólida, áreas mais complexas da matemática e ciência poderiam ser assentadas, de forma que ao final toda e qualquer declaração formal pudesse ser demonstrada como verdadeira ou falsa. Uma das maiores obras representando este ideal foi o Principia Mathematica de Whitehead e Russell, em que a prova de que 1+1=2 só é alcançada na página 379 do primeiro volume – e completada na página 86 do segundo(PDF).
Foi durante este ideal acadêmico com grandes programas e mentes em busca da pureza e clareza do preto no branco que Kurt Gödel tropeçou ele mesmo com a prova de que este ideal era muito claramente… impossível. Através de sacadas completamente geniais envolvendo números de Gödel e diagonalização, os paradoxos lógicos como o de Pinóquio ou do barbeiro – proposto pelo próprio Russell – foram traduzidos em aritmética e demonstrados como problemas de todos os sistemas de proposições que possam fundamentar a aritmética que conhecemos. Kurt Gödel demonstrou que estes paradoxos não são meras curiosidades ou pequenas dificuldades que poderiam ser contornadas – como acreditava Russell –, e sim ilustrações de limitações fundamentais e insolúveis. Ou o sistema de proposições é consistente e incompleto – a impressora que imprime apenas verdades, mas não todas as verdades –, ou completo e inconsistente – a impressora que imprime todas as verdades, e mentiras também.
É desta forma que há na matemática uma série de declarações que não podem ser nem provadas nem refutadas. A Incompletude. Comumente estas declarações são tomadas como verdadeiras ou falsas com base na utilidade – ou sensatez (!) – de considerá-las verdadeiras ou falsas, reconhecidamente sem uma prova formal a sustentar tal posição, que se torna um novo axioma. Na mais pura e racional das ciências, pode-se dizer que há declarações que são tomadas com base em fé.
Muitos, inclusive este autor, talvez não se sintam confortáveis com a história contada desta forma, e com estas palavras, mas este autor pensa que a questão metafísica deve ser mencionada no mínimo como curiosidade histórica. Porque o próprio Gödel considerava a questão neste contexto.
robby-the-robot-1
Podemos imaginar que os teoremas de Gödel demonstram como uma máquina, um computador, e ainda mais uma impressora, teriam problemas em avançar muito na matemática. Por certo computadores são bons para cálculos, mas frente a uma questão que não possa ser provada verdadeira ou falsa, um paradoxo, o computador poderia travar, e um robô poderia exclamar “it does not compute!” e seu cérebro artificial explodiria, como nas obras mais antigas de ficção científica. Gödel levava isto um tanto a sério. Para ele, que nós possamos enxergar além destes paradoxos indicava que não somos robôs, que estamos acima das máquinas. Seríamos compostos de algo mais do que a simples mecânica de 1+1=2.
Esta crença em algo mais foi uma constante na vida de Gödel. Uma de suas maiores pretensões era transformar a metafísica em uma ciência exata. Talvez não seja assim tanta surpresa que uma das provas formais em que trabalhou por décadas era nada menos que a existência de Deus.
De forma muito simplificada, em seu argumento ontológico Gödel buscou formalizar idéias anteriores – de Santo Anselmo e Leibniz – que podem ser resumidas como “Deus é perfeito, logo existe”. Pode parecer tão trivial e inócuo quanto “Eu estou mentindo”, mas se lembre do que Gödel pôde fazer a partir de paradoxos lógicos. Teria ele repetido a façanha com Deus?
Bem, nem você nem eu nos lembramos de Gödel sendo saudado por matemáticos, lógicos, filósofos ou mesmo religiosos como “Aquele que provou a existência de Deus”. A resposta é não. Seu argumento ontológico está longe de ser uma prova sólida e revolucionária como seus Teoremas de Incompletude e outras obras publicadas. O próprio Gödel reconhecia como seu argumento não era definitivo
, tanto que não o publicou. Só conhecemos melhor seu desenvolvimento das idéias após sua morte, que era, com o perdão do péssimo trocadilho, um trabalho incompleto.
Mesmo a noção de Kurt Gödel de que nossa capacidade de enxergar além de paradoxos lógicos era um toque divino não é muito bem fundamentada. Que não somos limitados como computadores aritméticos é evidente, o que também deve ser evidente é que é mais comum que pensemos de forma ilógica e incoerente. Gödel via nossa capacidade de enxergar uma declaração como verdadeira ou falsa como derivada de uma lógica maior, a evidência contudo sugere que nossas certezas podem ser não raro fruto de simples arbitrariedades, desenvolvidas e racionalizadas a posteriori de forma inconsciente. Uma moeda justa lançada ao ar também pode decidir entre cara ou coroa, sem nenhum sistema axiomático ou conexão com uma entidade maior e perfeita.
Ironicamente, a própria fé metafísica de Kurt Gödel pode ser vista como uma destas arbitrariedades ultimamente incoerentes. Se ela o levou a desenvolver e provar algumas das mais revolucionárias idéias na história das idéias, no entanto, está mais do que demonstrado o valor do acaso.
einstein_godel
(Sim, é Einstein ao lado de Gödel)

http://scienceblogs.com.br/100nexos/2010/01/pinquio_deus_e_a_incompletude/

O Teorema da Incompletude de Gödel: A Descoberta Matemática Nº 1 do Século XX

O Teorema da Incompletude de Gödel: A Descoberta Matemática Nº 1 do Século XX


Em 1931, Kurt Gödel desferiu um golpe devastador nos matemáticos de sua época
Em 1931, o jovem matemático Kurt Gödel fez uma descoberta-marco, tão poderosa quanto qualquer coisa que Albert Einstein desenvolveu.
A descoberta de Gödel não se aplica somente à matemática, mas literalmente a todos os ramos da ciência, lógica e conhecimento humano. Ela tem verdadeiramente implicações que abalam a Terra.
Estranhamente, poucas pessoas sabem qualquer coisa sobre ela.
Permita-me contar-lhe a história.
Os matemáticos adoram provas. Eles estavam furiosos e chateados por séculos, porque eles eram incapazes de PROVAR algumas das coisas que eles sabiam que era verdade.
Por exemplo: se você estudou geometria no colégio, você fez os exercícios onde você prova todos os tipos de coisas sobre os triângulos, baseado em uma lista de teoremas.
Aquele livro de geometria do colégio é feito sobre os cinco postulados de Euclides. Todos sabem que os postulados são verdadeiros, mas em 2500 anos ninguém imaginou um meio de prová-los.
Sim, parece sim perfeitamente razoável que uma linha possa ser estendida infinitamente em ambas as direções, mas ninguém tem sido capaz de PROVAR isso. Nós só podemos demonstrar que eles são um conjunto de 5 suposições razoáveis e de fato necessárias.
Grandes gênios matemáticos estavam frustrados por mais de 2000 anos porque eles não podiam provar todos os seus teoremas. Havia muitas coisas que eram “obviamente” verdade, mas ninguém conseguia imaginar um meio de prová-los.
No início dos anos 1900, entretanto, um tremendo senso de otimismo começou a crescer nos círculos matemáticos. Os matemáticos mais brilhantes do mundo (como Bertrand Russell, David Hilbert e Ludwig Wittgenstein) estavam convencidos que estavam rapidamente se aproximando de uma síntese final.
Uma “Teoria de Tudo” unificada, que finalmente amarraria todos os pontos soltos. A matemática seria completa, à prova de balas, hermética, triunfante.
Em 1931, este jovem matemático austríaco, Kurt Gödel, publicou um artigo que de uma vez por todas PROVOU que uma única Teoria de Tudo é realmente impossível.
A descoberta de Gödel foi chamada de “O Teorema da Incompletude”.
Se você me der alguns minutos, eu lhe explicarei o que ele diz, como Gödel o descobriu e o que ele significa – em português simples e direto que qualquer um pode entender.
O Teorema da Incompletude de Gödel diz:
“Qualquer coisa em que você pode desenhar um círculo ao redor não pode ser explicada por si mesma sem se referir a algo fora do círculo – algo que você tem que assumir mas não pode provar.”
Expresso em Linguagem Formal:
O teorema de Gödel diz: “Qualquer teoria efetivamente gerada capaz de expressar aritmética elementar não pode ser tanto consistente quanto completa. Em particular, para qualquer teoria formal consistente e efetivamente gerada que prova certas verdades aritméticas básicas, existe uma afirmação aritmética que é verdadeira, mas que não pode ser provada em teoria.”
Tese de Church-Turing diz que um sistema físico pode expressar aritmética elementar assim como um humano pode, e que a aritmética de uma Máquina de Turing (um computador) não pode ser provado dentro do sistema e é igualmente sujeito à incompletude.
Qualquer sistema físico sujeito a medição é capaz de expressar aritmética elementar. (Em outras palavras, crianças podem fazer matemática contando em seus dedos, uma água fluindo para um balde faz integração e sistemas físicos sempre dão a resposta certa.)
Portanto, o Universo é capaz de expressar aritmética elementar e, tanto como a própria matemática e uma máquina de Turing, é incompleto.
Silogismo:
1. Todos os sistemas computacionais não-triviais são incompletos.
2. O Universo é um sistema computacional não-trivial.
3. Portanto, o Universo é incompleto.
Você pode desenhar um círculo ao redor de todos os conceitos no seu livro de geometria do colégio. Mas eles são todos feitos sobre os 5 postulados de Euclides que claramente são verdade mas que não podem ser provados. Esses 5 postulados estão fora do livro, fora do círculo.
Você pode desenhar um círculo ao redor de uma bicicleta, mas a existência dessa bicicleta depende de uma fábrica que está fora do círculo. A bicicleta não pode explicar a si mesma.
Gödel provou que há SEMPRE mais coisas que são verdadeiras do que você pode provar. Qualquer sistema de lógica ou números que os matemáticos possam trazer sempre se baseará em pelo menos umas poucas suposições que não podem ser provadas.
O Teorema da Incompletude de Gödel não se aplica somente à matemática, mas a tudo que está sujeito às leis da lógica. A incompletude é verdade na matemática, e é igualmente verdade na ciência, na linguagem ou na filosofia.
E, se o Universo é matemático e lógico, a Incompletude também se aplica ao Universo.
Gödel criou sua prova começando com o “Paradoxo do Mentiroso” — que é a afirmação:
“Eu estou mentindo.”
“Eu estou mentindo” é autocontraditória, já que, se é verdade, eu não sou um mentiroso, e, se é falsa, eu sou um mentiroso, então é verdade.
Então Gödel, em um dos movimentos mais engenhosos da história da matemática, converteu o Paradoxo do Mentiroso em uma fórmula matemática. Ele provou que qualquer afirmação requer um observador externo.
Nenhuma afirmação sozinha pode completamente provar a si mesma como verdadeira.
O seu Teorema da Incompletude foi um golpe devastador no “positivismo” da época. Gödel provou o seu teorema preto no branco, e ninguém podia discutir com a sua lógica.
Ainda assim, alguns de seus amigos matemáticos foram para o túmulo negando, acreditando que de alguma forma ou outra Gödel deveria certamente estar errado.
Ele não estava errado. Era mesmo verdade. Existem mais coisas que são verdade do que você pode provar.
Uma “teoria de tudo” – seja na matemática, na física ou na filosofia – nunca será encontrada. Porque é impossível.
OK, o que isso então realmente significa? Por que isso é superimportante, e não apenas um factoide geek?
Isso é o que significa:
  • Fé e Razão não são inimigas. Na verdade, o exato oposto é verdade! Uma é absolutamente necessária para que a outra exista. Todo o raciocínio ao final leva de volta à fé em algo que você não pode provar.
  • Todos os sistemas fechados dependem de algo fora do sistema.
  • Você pode sempre desenhar um círculo maior, mas existirá sempre algo fora do círculo.
  • O raciocínio de um círculo maior para um menor é “raciocínio dedutivo.”
Exemplo de um raciocínio dedutivo:
1. Todos os homens são mortais
2. Sócrates é um homem
3. Portanto, Sócrates é mortal
  • O raciocínio de um círculo menor para um maior é “raciocínio indutivo.”
Exemplos de raciocínio indutivo:
1. Todos os homens que conheço são mortais
2. Portanto, todos os homens são mortais
1. Quando eu largo objetos, eles caem
2. Portanto, há uma lei da gravidade que governa objetos de caem
Note que quando você se move do círculo menor para o maior, você tem que fazer suposições que não pode provar 100%.
Por exemplo: você não pode PROVAR que a gravidade sempre será consistente todas as vezes. Você só pode observar que ela é consistentemente verdadeira toda vez. Você não pode provar que o Universo é racional. Você só pode observar que fórmulas matemáticas como E = mc² parecem sim descrever perfeitamente o que o Universo faz.
Praticamente todas as leis científicas estão baseadas no raciocínio indutivo. Estas leis apoiam-se em uma afirmação de que o Universo é lógico e baseado em leis fixas que podem ser descobertas.
Você não pode PROVAR isto. (Você não pode provar que o sol virá amanhã de manhã também.) Você literalmente tem que usar a fé. Na verdade, a maioria das pessoas não sabem que além do círculo da ciência existe um círculo da filosofia. A ciência está baseada em suposições filosóficas que você não pode provar cientificamente. Realmente, o método científico não pode provar, só pode inferir.
(A ciência originalmente surgiu da ideia de que Deus fez um Universo ordenado que observa leis fixas e que podem ser descobertas.)

Agora por favor considere o que acontece quando desenhamos o maior círculo possível – ao redor de todo o Universo.
 (Se existem múltiplos universos, nós estamos desenhando um círculo ao redor deles todos também.):
  • Tem que existir algo fora desse círculo. Algo que nós temos que assumir mas não podemos provar.
  • O Universo como nós conhecemos é finito – matéria finita, energia finita, espaço finito e 13,7 bilhões de anos de idade.
  • O Universo é matemático. Qualquer sistema físico sujeito a medição executa a aritmética. (Você não precisa conhecer matemática para fazer uma adição – você pode usar um ábaco em vez disso e ele lhe dará a resposta certa todas as vezes.)
  • O Universo (toda a matéria, energia, espaço e tempo) não pode explicar a si mesmo.
  • O que quer que esteja fora do maior círculo não tem limites. Por definição, não é possível desenhar um círculo ao redor dele.
  • Se desenharmos um círculo ao redor de toda a matéria, energia, espaço e tempo e aplicar o teorema de Gödel, então saberemos que o que está fora desse círculo não é matéria, não é energia, não é espaço e não é tempo. É imaterial.
  • O que quer que esteja fora do maior círculo não é um sistema – i.e. não é um conjunto de partes. De outra forma poderíamos desenhar um círculo ao redor delas. A coisa fora do maior círculo é indivisível.
  • O que quer que esteja fora do maior círculo é uma causa não-causada, porque você sempre pode desenhar um círculo ao redor de um efeito.
Nós podemos aplicar o mesmo raciocínio indutivo à origem da informação:
  • Na história do Universo, nós também podemos ver a introdução da informação, cerca de 3,5 bilhões de anos atrás. Ela veio na forma do código genético, que é simbólico e imaterial.
  • A informação teve que vir de fora, já que a informação não é conhecida por ser uma propriedade inerente da matéria, energia, espaço ou tempo.
  • Todos os códigos cuja origem conhecemos são projetados por seres conscientes.
  • Portanto, o que quer que esteja fora do círculo maior é um ser consciente.
Em outras palavras, quando adicionamos a informação à equação, concluímos que a coisa fora do maior círculo não só é infinita e imaterial, como também é consciente.
Não é interessante como todas estas coisas soam suspeitamente similar a como os teólogos têm descrito Deus por milhares de anos?
Então é dificilmente surpreendente que entre 80 e 90% das pessoas do mundo acreditam em algum conceito de Deus. Sim, é intuitivo para a maioria do pessoal. Mas o teorema de Gödel indica que é também supremamente lógico. De fato, é a única posição que alguém pode tomar e ficar nos domínios da razão e da lógica.
A pessoa que orgulhosamente proclama: “Você é um homem da fé, mas eu sou um homem da ciência” não entende as raízes da ciência e a natureza do conhecimento!
Interessantemente à parte…
Se você visitar o maior website ateu do mundo, Infidels, na página inicial você encontrará a seguinte declaração:
“O Naturalismo é a hipótese que o mundo natural é um sistema fechado, o que significa que nada que não seja parte do mundo natural o afeta.”
Se você conhece o teorema de Gödel, você sabe que todos os sistemas lógicos devem contar com algo fora do sistema. Então, de acordo com o Teorema da Incompletude de Gödel, o Infidels não pode estar correto. Se o Universo é lógico, ele tem uma causa externa.
Assim, o ateísmo viola as leis a razão e da lógica.
O Teorema da Incompletude de Gödel prova definitivamente que a ciência não pode jamais preencher suas próprias lacunas. Nós não temos escolha a não ser procurar fora da ciência por respostas.
A Incompletude do Universo não é a prova que Deus existe. Mas… É a prova de, para se construir um modelo racional e científico do Universo, a crença em Deus não é somente 100% lógica… ela é necessária.
Os 5 postulados de Euclides não podem ser formalmente provados e Deus também não pode ser formalmente provado. Mas… assim como você não pode construir um sistema coerente de geometria sem os 5 postulados de Euclides, você também não pode construir uma descrição coerente do Universo sem uma Primeira Causa e uma Fonte de ordem.
Assim, fé e ciência não são inimigas, mas aliadas. Tem sido verdade por centenas de anos, mas em 1931 este jovem magricelo matemático austríaco chamado Kurt Gödel provou.
Em nenhuma época na história da humanidade a fé em Deus tem sido mais razoável, mais lógica ou mais amplamente apoiada pela ciência e pela matemática.
Perry Marshall (traduzido para o português por Mateus Scherer Cardoso)
“Sem matemática nós não podemos penetrar profundamente na filosofia.
Sem filosofia nós não podemos penetrar profundamente na matemática.
Sem ambas nós não podemos penetrar profundamente em nada.”
Leibniz
“A matemática é a linguagem pela qual Deus escreveu o Universo”
Galileu
 http://cosmicfingerprints.com/o-teorema-da-incompletude-de-godel-a-descoberta-matematica-n%C2%BA-1-do-seculo-xx/