quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

17 - Subitamente - Décimo sexto episódio






"Amor é dado de graça,é semeado no vento,na cachoeira, no eclipse.Amor foge a dicionários e a regulamentos vários." - Carlos Drummond de Andrade


       Uma sensação estranha me ocorreu naquele instante e tudo parou, menos a minha mente, ela continuava a pensar, foi então que me chegou uma voz linda aos meu pensamento como se estivesse ouvindo alguém, era uma voz feminina muito linda, suave como estar em uma floresta verde em frente a uma cachoeira dizendo:

- Eu te amo. Eu sei que você não conseguiu me salvar mas esta tudo bem meu amor.

- Que?

       Uma terceira voz gargalhando veio, numa mistura sincera e debochada ao mesmo tempo. Que continuou:


- Vamos, traga ele.


       Então toda minha visão começou a espichar como se esticássemos a realidade infinitamente me puxando para trás de onde estava com Lancea e me vi numa sala branca iluminada com um homem a minha frente. O tempo voltara ao normal então olhei ao redor e era apenas uma sala branca, tão branca e reflexiva que era impossível ver as dobras das paredes do ambiente. O homem parecia muito apessoado e sorriu para mim.

       Quando pensara em perguntar quem era ele e onde estava, começou a falar, mas não era uma mera voz humana, sua voz saia de sua boca chegava aos meus ouvidos ao mesmo tempo que sentia falando dentro do meu pensamento, era uma voz ecoada e falando disse com um sorriso:

- Percebe a distopia?

       Não entendi o que ele queria dizer com distopia mas percebi que não era a academia. Se estava a dizer distopia no sentido de poder de como eu estava incapaz frente a situação, ora o local não parecia ter saída, ou se estava a dizer sobre outra coisa. Então perguntei:

- Como assim? Não entendi.


- Vai ficar tudo bem...


       Logo que ele com aquela voz estranha na minha mente e ecoando no meu ouvido dava a continuar o que diria eu desmaiei. Naquele momento eu não sentia nada além de estar vivo, mas era tudo escuridão e apenas sentia uma expressão de mim mas não um pensamento propriamente dito, era como se estivesse em coma.

       Quando retornei a consciência vi Lancea falando as ultimas coisas que falara, como uma viagem no tempo interna ao passado mas sem eu conseguir me controlar, era como um filme chegando ao meus olhos até o instante que fora levado aquele lugar, mas diferentemente de um loop as coisas continuaram.

       Pensei em falar com Lancea aquilo, enquanto o seguia e ele falava, mas achei que seria problema e não falei, mas percebi que alguma coisa tinha acontecido comigo e não sabia explicar o que era, apenas que precisara descobrir. E pensei logo que poderia ter sido possuído e teletransportado a algum lugar e questionei também de quem era aquela voz e fiquei me questionando sobre ela. Será que a encontraria? Será que ela é real? É a mulher que eu amarei?

- Você entendeu?



       Interrompeu-me Lancea. Tentando dispista-lo respondi:

- Não desculpa, pode repetir tudo?

sábado, 2 de dezembro de 2017

A borda de um portal por tesouras e buracos negros.


z² = (x/2)² + (L/2)²

Z = sqrt((x^2)/4 + (L^2)/4)

sen teta = (x/2)/( sqrt((x^2)/4 + (L^2)/4) ) = x / sqrt ( L² + x²)

tan teta = x/2 / L/2

cos teta = L/2 / sqrt((x^2)/4 + (L^2)/4) 

Considerando a relatividade, que as coisas se espicham, desconsideraria x, ou seja, x tenderia a 0

limite x => 0 x = L sqrt (sec^2(teta) - 1). Certo? Tem como calcular isso?

Z = sqrt(((+- L sqrt (sec^2(teta) - 1))^2)/4 + (L^2)/4)
aqui eu subtitui o x da segunda equação pelo limite de x

Z² = (sec² (teta) -1) . (L²/4)²

Enfim, se considerar que z é a distancia da hipotenusa com o fato das duas hastes se espicharem quando se fecham, dá para dizer que a velocidade do fio de uma tesoura é proporcional ao comprimento da Z(hipotenusa) pelo angulo teta? Só que a secante do angulo teta que tende a 0 quanto menor a largura, é 1, logo o resultado daria 0 se fossemos calcular assim. A velocidade seria infinita ou 0 quanto mais x diminuísse pela distorção do dela, se essa haste fosse como numa tesoura? Me parece que infinita mas também depende do tamanho de do objeto todo, ou seja, pelo que me parece nem todas as tesouras alcançam a mesma velocidade porque depende do tamanho delas. Uma tesoura infinita alcançaria velocidades infinitas e uma finita velocidade finita, quanto maior a tesoura, maior a velocidade do ponto imaginário. Não estou dizendo que o ponto imaginário transporta informação, estou apenas estudando e queria descobrir, porque antes pensava que tesouras de quaisquer tamanho alcançavam a mesma velocidade.


z² = L/2² + x/2²

v² = L/2² + x/2².w

v = sqrt((sec² (teta) -1) . (L²/4)²).w

v = L²/4. sqrt((sec²(teta) -1).w

v = L²/4 . sqrt((sen (teta)/cos²(teta))-1).w


Ou seja, quanto maior o comprimento da tesoura, maior será a velocidade do fio e quanto mais fina também.

pela largura onde l = x
ou

pelo comprimento
Pela equação de comprimento, considerando que a largura é 0, significa na equação que o objeto irá ter velocidade 0, mas na verdade tera passado do ponto inicial ao final instantaneamente, ou seja, uma velocidade acima de c chegando a infinita de acordo com o tamanho do comprimento. O que delimita que a tesoura se fecha?, o angulo, que tenderia a 45 graus imaginando o universo infinito e tesoura infinita.

então a velocidade do fio da tesoura, será 64 porcento a velocidade do quadrado do comprimento dividido por 4. Ou seja, uma tesoura infinita nunca se fecharia se o espaço for infinito mas se for finito alcança

Ou seja, numa tesoura de 16 metros, alcanria uma velocidade  do fio de 256% maior que a velocidade da haste, se esta a velocidade equivalente a c. E uma tesoura de 32 metros 512% o a velocidade do fio. E assim sucetivamente, numa razão. x = (16/25y)²/4

Gráfico de velocidade por tamanho da tesoura. Proporção de velocidade do fio da tesoura em relação ao comprimento da haste, também a forma que teria o fio de uma tesoura infinita, viajando infinitamente pelo espaço. 
Ao mesmo tempo, esta imagem seria a forma de, fechando uma tesoura infinita. mas e se abríssemos uma tesoura?

Bem, com dois buracos negros bem grandes e distantes um do outro, numa disposição que seu campo gravitacional estivesse em equilibrio com esta forma do grafico do fio da tesoura, ou seja, dispostos a uma distancia que disputam igualemente um objeto dentro desta elipse do grafico, andando na velocidade oposta ao qual se pretende puxar o objeto, poderia traze-lo até nós ou contornar o objeto e fazer um efeito de estilingue?

Poderia ser como um portal através da manipulação de buracos negros? Bom, só tenho a pensar que o dia que conseguirmos controla-los poderíamos até trazer um planeta para a vizinhança do nosso sistema solar como se estivessemos abrindo tesouras e fechando-as após circundar o objeto e fazendo-o ao qual queremos trazer como o próprio fio dela, bastaria saber controla-los e fazer uma simples jogada de estilingue,  pressionando a fugir entre os dois buracos negros, como um abraço a distancia numa jogada de discos de acreção como hastes de tesouras?

x= (((16)/(25)y)^(2))/(4)+ (((16)/(25)z)^(2))/(4)




Final equation os scissors wire - Equação final do fio de uma tesoura.




Velocidade máxima que o ponto imaginário do fio da tesoura pode alcançar, 3,304c até então, o fio de uma tesoura. de acordo com o tempo da fonte, num tempo de 1.10^-12, quando a velocidade inicial do fio é de 0,999c.
Pergunto, nesse intervalo de tempo, a tesoura já fechou? Se alguém souber de um mecanismo mais rápido fico grato.

https://physics.stackexchange.com/questions/106718/the-scissor-paradox-can-we-pass-the-information-faster-than-light

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis01043/20022/Rod_Santiago/lorentz.htm