Roy Kerr e Ezra Ted Newman em 1960 descreveram um buraco negro que possuía carga elétrica, rotação e massa observando as equações de campo da relatividade. O buraco negro de Kerr-Newman é possui três regiões: um horizonte de Cauchy, outra hora explico, um horizonte de eventos externo, onde a luz não volta mais, e uma ergoesfera, curvatura do espaço-tempo ao redor do horizonte de eventos.
Até aí tudo bem, é compreensível imaginar um buraco negro assim, mas quando se extrapola a imaginação e pensa consigo, "e um buraco-negro desses infinito? E dois?", as coisas mudam de direção e ao imaginar então que dois buracos negros de Kerr-Newman de tamanhos praticamente infinitos competindo entre si, agora, lembrando duma corrente de bicicleta, sabe aonde ficam os pinos dessas correntes e o que representam entre dois buracos negros de Kerr-Newman "infinitos"? Bom, se você imaginou que no encontro das ergoesferas de cada buraco negro formou uma esfera que seria o pino, de linha de tempo própria e translada, translada além dos buracos negros não serem isotrópicos, ou seja não possuírem igualdade substancial em sua direção, explico mais a frente, também pensei nisto. Mas não só isto, as correntes de bicicleta, as placas internas e externas seriam exatamente os universos exteriores de outros dois buracos negros de Kerr-Newman também "infinitos" com flechas de tempos opostas, da região do pino da corrente e que formam uma espécie multiversos temporais onde dependendo do sentido que se saí, se fosse possível sair para fora dos pinos, direcionar a si em outros universos até que então encontrasse o momento espaço-temporal que estivera no passado.
A questão é, se isto for verdade, geraria um paradoxo temporal? Porque não houve ainda um colapso do tempo?

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